
Vindo de Viena, Bien Súr aportou no Brasil, especificamente no Rio de Janeiro, por via de um luxuoso cruzeiro marítimo. Sua bagagem foi retirada com extremo cuidado e levada diretamente para um caríssimo hotel de frente para o mar.
Ao chegar em seu quarto, cujo havia reservado com antecedência, Bien Súr sugeriu a si mesmo, tomar um bom banho, beber o mais caro vinho e sair para a noite carioca, cuja esta, ansiosamente aguardava.
E, entre tantos lugares, o Sr. Súr optou pela noite fervecente da Lapa e toda sua natural libertinagem e boêmia. Sob excessivos trajes negros, adentrou uma boate homossexual, Bien Súr era um vampiro e já estava morto há séculos, portanto, preconceitos humanos não mais faziam parte de sua índole.
Sentou-se no bar e pediu uma taça de vinho. E, bebendo, avistou bem do outro lado da pista de dança, três "homens" másculos e uma belíssima mulher. Virou a taça inteira num só gole e, dirigiu-se velozmente em direção àquele quarteto mais que fantástico. E ao colar-se literalmente ao corpo do mais sarado, Bien Súr não necessitou de muito para convencer os três e a bela dama para acompanhar-lhes ao hotel cinco estrelas do qual estava hospedado. Afinal, o Senhor Súr era o tipo de ser que fazia outros homens delirarem e as mulheres se apaixonavam num estalar de dedos. Sua beleza era infinita.
A transa havia sido a melhor já executada até então, mas, Bien Súr nunca estava satisfeito e, já de malas prontas, após a estada de 2 meses no Brasil, o vampiro francês retornava de volta ao seu país de origem, cujo sexo germinava por todas as esquinas.
No Brasil, Bien Súr deixava algo, um presente:
Quatro novos vampiros presos a escravidão de algo mais necessário que o sabor do sangue. E isto, era o vício pelo prazer satisfatório da concupiscência. Um legado que teve sua gênese bem antes da invenção da bíblia.
Ao chegar em seu quarto, cujo havia reservado com antecedência, Bien Súr sugeriu a si mesmo, tomar um bom banho, beber o mais caro vinho e sair para a noite carioca, cuja esta, ansiosamente aguardava.
E, entre tantos lugares, o Sr. Súr optou pela noite fervecente da Lapa e toda sua natural libertinagem e boêmia. Sob excessivos trajes negros, adentrou uma boate homossexual, Bien Súr era um vampiro e já estava morto há séculos, portanto, preconceitos humanos não mais faziam parte de sua índole.
Sentou-se no bar e pediu uma taça de vinho. E, bebendo, avistou bem do outro lado da pista de dança, três "homens" másculos e uma belíssima mulher. Virou a taça inteira num só gole e, dirigiu-se velozmente em direção àquele quarteto mais que fantástico. E ao colar-se literalmente ao corpo do mais sarado, Bien Súr não necessitou de muito para convencer os três e a bela dama para acompanhar-lhes ao hotel cinco estrelas do qual estava hospedado. Afinal, o Senhor Súr era o tipo de ser que fazia outros homens delirarem e as mulheres se apaixonavam num estalar de dedos. Sua beleza era infinita.
A transa havia sido a melhor já executada até então, mas, Bien Súr nunca estava satisfeito e, já de malas prontas, após a estada de 2 meses no Brasil, o vampiro francês retornava de volta ao seu país de origem, cujo sexo germinava por todas as esquinas.
No Brasil, Bien Súr deixava algo, um presente:
Quatro novos vampiros presos a escravidão de algo mais necessário que o sabor do sangue. E isto, era o vício pelo prazer satisfatório da concupiscência. Um legado que teve sua gênese bem antes da invenção da bíblia.
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Crônica: O Vampiro Concupiscente.
Dedicado a Bram Stoker, o eterno mestre da
literatura gótica.
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