sábado, 24 de abril de 2010

Mil Lágrimas, Baladas Cinzentas E O Amor Que Floresce No Inferno



Suportei o frio dos mares
Formados por minha tristeza
Me perdi em trocentos lugares
Em cinzas e incertezas

Chorei mil lágrimas
Como a fênix da lenda, do mito
Onde baladas cinzentas são navalhas
Onde ecoam todos os meus gritos

Assassinei a minha essência
E plantei-me no vago vazio externo
Sou a rosa negra por veemência
E o amor que floresce no inferno

Com agonia rego minhas raízes
Se existo, sou tristeza
O que são dias felizes?
O que é esta proeza?

Sou a rosa negra por veemência
E plantei-me no vago vazio externo
assassinei a minha essência
E o amor que floresce no inferno.



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Dedicado ao Sr. Arcano, um novo
amigo que concedeu-me um espaço
a modo de divulgar meu trabalho
literário, raíz da minha alma.

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